Cresce mercado de plano de saúde para pets no Brasil

Segundo números divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2016, o país tem um total de mais de 50 milhões de cães e 22 milhões de gatos de estimação, em aproximadamente 44% das residências brasileiras. Esse grande número explica o crescimento do mercado pet no país como um todo, e acompanhando essa crescente vem também o nicho de saúde para bichos de estimação.
A saúde dos animais
O avanço tecnológico em procedimentos e exames dos mais variados, desde o ultrassom veterinário através de aparelhos modernos até as cirurgias de alta complexidade, é um dos fatores que mais impulsionou essa alta no segmento.
Tudo isso porque os animais são os grandes companheiros da vez. Eles passaram de animaizinhos que ficavam no quintal a praticamente membros da família, e isso significa uma convivência mais próxima, dividindo ambientes com crianças, subindo nas camas e ganhando um espaço cada vez maior dentro das casas. Por conta disso, a saúde deles alcançou novo foco.
Os planos para pets
Quem tem um bichinho acaba colocando na balança os gastos esporádicos e constantes, e muitas vezes opta pelos planos de saúde. Quando um animal de estimação adoece, os gastos nessa situação podem facilmente alcançar valores muito altos que causam um imenso impacto no orçamento da família. Por isso, os planos são mais viáveis, pois diluem os gastos em pequenos valores mensais, evitando surpresas.
Muito similares aos planos médicos convencionais, os convênios para pets contam com opções que oferecem desde valores mais baixos, com serviços mais básicos, a escolhas com valores mais altos, porém com uma ampla gama de exames, consultas e procedimentos.
Algumas empresas já começam a buscar os planos para pets como benefício a seus funcionários. Grandes corretoras já contam com significativas carteiras de clientes e um número expressivo de profissionais credenciados.
Segundo pesquisa lançada em março último por uma empresa farmacêutica, sete em cada dez cães ficam dentro de casa e 43% dos tutores os deixam dormir na cama. Os dados também mostram que 70% dos veterinários percebem que os tutores estão mais atentos aos avanços da medicina veterinária e à saúde de seus pets.
Fonte: Com informações da Folha do Estado da Bahia
